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Hetero Doméstico

Insólitos insuflados com humor gourmet contrafeito e outros pitéus domésticos

Insólitos insuflados com humor gourmet contrafeito e outros pitéus domésticos

O excesso de zelo na educação das crianças é uma preocupação premente!
Os pais fazem todas as tarefas, quando as crianças poderiam perfeitamente desempenhar pequenos encargos como carregar o seu tablet tratar do IRS ou validar as próprias despesas no e-fatura...

Estudos recentes defendem que a autonomia e independência dos mais novos deveriam começar com a limpeza da mobília (depois sim, o ambiente...), antes de deixarem de receber o abono de família...

HD Pais convidados a pararem de preparar o almoço
(fonte da imagem: https://www.mirror.co.uk/news/weird-news/parents-told-stop-packing-kids-20536512)

Um famoso pediatra aconselhou pais de todo o mundo a deixarem de preparar a marmita aos seus filhos a partir dos 8 anos de idade. Desde cedo, ganharão a liberdade de poderem escolher entre o McDonald's e o KFC...

As opiniões dividem especialistas, professores, fabricantes de tupperwares, pais e até as próprias crianças que exigem mais formação no manuseamento de facas de cozinha e panelas de pressão...

4 comentários

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    Sarin 09.10.2019 09:36

    Olá, MJP. É importante se falarmos de supervisão, e não apenas aos 8 anos :)

    Mas este pediatra fala para o mundo, ignorando que o mundo não tem os mesmos hábitos alimentares. Nem microondas.

    Beijocas
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    MJP 09.10.2019 09:48

    Olá, Sarin! :)

    Eu concordo com o raciocínio deste pediatra... creio que é passível de ser "adaptado" a qualquer hábito alimentar (e contexto)... daquilo que inferi das declarações do pediatra, trata-se de estimular capacidades cognitivas (e operativas)... obviamente que, tratando-se de crianças, a supervisão de um adulto será, sempre, fundamental! :)

    Beijos*
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    Sarin 09.10.2019 10:02

    Também concordo com o princípio. O meu problema com estes pediatras estrelas de televisão é que falam para o mundo, assim mesmo. Fazer o pequeno-almoço ou o almoço nos EUA não difere muito; mas não é bem assim na Austrália. A forma como fala para o público australiano é a mesma como fala para o norte-americano, ou para o português. E o problema está aqui, nesta sua mundivisão - se o princípio está correcto, já os objectivos não porque não respeitam as idiossincrasias culturais. O público não capta tanto os princípios mas os exemplos, e os especialistas deviam ter isso em atenção quando se dirigem às massas.

    Beijos
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    CorretorMais

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