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Hetero Doméstico

Insólitos insuflados com humor gourmet contrafeito e outros pitéus domésticos

Insólitos insuflados com humor gourmet contrafeito e outros pitéus domésticos



O Coso é um contracetivo masculino cujo funcionamento passa por demolhar a saladeira num recipiente aquecido para retirar a eficácia da qualidade do molho...

Foi concebido por um inventor alemão, fã do banho checo, onde gosta de dar à mão de cócoras, sentado no bidé e secar bem o saco antes de se pôr de pé...

O aparelho ao nível do joelho, utiliza ondas de ultrassom para interromper a fabricação de espermatozoides que 'dão o berro' quando mergulhados naquela poça aquecida por USB...

A anticonceção por ultrassom já fora testada em animais com excelentes resultados!
À exceção dos nossos animais domésticos que, por facilidade anatómica e linguística, não precisam de auxílio para manter os genitais lavados...


Só depois de 2 semanas de molho é que o utilizador pode fechar tranquilamente o olho, durante o ato sexual. Até lá tem de manter todos os cuidados e continuar com o contracetivo habitual, ou seja, o distanciamento social...

O potinho do tomatal é uma solução reversível para a produção de espermatozoides!
Ao fim de 6 meses sem uso, o utilizador pode voltar a repetir a expressão: 'Porque é que não usei preservativo?'

O Coso tem inúmeras vantagens para um casal que não pretenda uma gravidez indesejada!
A principal é a garantia que, pelo menos antes do sexo, o homem lava parte da sua genitália...

Como existem poucos anticoncecionais masculinos, o lançamento do Coso é uma coisa boa para quem gosta de mergulhar o coiso sem fato de banho...

Há a possibilidade de escolher várias cores da tigela colhoeira, para que a tomatada não se canse de fazer spa, a olhar sempre para as mesmas paredes...

O Coso pode ser transportado para qualquer lado, mas convém ser utilizado na casa de banho, com a porta fechada e pelo menos uma das pernas bem aberta...

É exclusivamente desenhado como anticoncecional e não deverá ser usado para deixar a placa dentária de molho, dado que pode adulterar o sabor dos alimentos... 

(fonte da imagem: https://www.upi.com/Odd_News/2021/10/15/germany-COSO-testicle-bath-James-Dyson-Award/8391634330489/)

Uma empresa de roupa interior criou uma roupa de cama que elimina todos os gases daqueles que são menos capazes de suster a flatulência partilhada em comunhão de lençóis...

A Shreddies já lançara uma linha de roupa interior que permite manter o fedor longe dos narizes mais apurados para a/o final do Campeonato Matrimonial...

Painéis de carbono inseridos nas capas dos edredons e lençóis retêm os aerossóis pestilentos, expelidos pelos traseiros sedentos de entradas de ar fresco...

A roupa depois de lavada está pronta a ser abafada de novo e o seu tecido consegue cozer um ovo podre sem precisar de retirar o lume que se acende na cama...

O conjunto do edredon mais o lençol que suporta o cagueiro, faz pensar que o mealheiro pode perder 350 euros, mas poupa em ambientadores e ardores nasais continuados...

A flatulência excessiva por parte de um dos membros do casal é uma das causas que ainda mantêm o calor da relação. Calor infernal que só desaparece quando se abrem as janelas viradas para os vizinhos...

Vários casais já comprovaram os resultados dos acolchoados e passam mais tempo deitados, acordados e bem humorados!

Relatos de sestas súbitas têm sido partilhados pelos consumidores que dão um saltinho à cama depois do almoço para sossegar o intestino grosso e acabam por adormecer relaxadamente...

A qualidade do sono também melhora, com menos interrupções e inquietações para tentar descobrir olfativamente, quem é que está a encher balões debaixo dos lençóis...

A empresa já exporta para mais de 20 países, onde menos gente se importa se há sapos a coaxar na cama e patos a grasnar sem fama de lhes taparem o bico...

Fun fact:
Cada pessoa solta entre cerca de 14 a 20 gases por dia. Sendo que a maioria liberta-os quase todos à noite, quando o corpo está deitado e com sorte, talvez alguma parte consiga ficar de pé...

(fonte da imagem: https://www.huffpost.com/entry/what-women-say-in-bed-and-what-they-really-mean_b_6862710)
(fonte da notícia: https://www.business-live.co.uk/manufacturing/first-shreddies-came-up-fart-21726407)



Um indonésio casou-se com a sua máquina de cozer arroz e pôs no Facebook fotos do seu casamento cozinhado, com um cheirinho a refogado queimado...

Khoirul Anam consagrou o seu atroz amor por arroz, ao desposar a sua máquina de coser, numa cerimónia branca, solta e com alguns grãos de bestialidade mal cosida...

As testemunhas do casamento denotaram alguma apreensão e nervosismo por parte da noiva!
Uma luz vermelha acendeu-se e os ânimos chegaram a aquecer, quando ela começou a ferver em pouca água, chegando a libertar vapor pelas asas... 

Ambos se vestiram a rigor para o casório, tendo a noiva se destacado ao desligar-se da tomada...

Trajada com um véu solene foi beijada com carinho. E cautela, não estivesse demasiado quente antes da noite de núpcias...

Desconhece-se se o casamento foi consumado ou consumido ainda morno, num recipiente que nem dava para refogar um par de tomates mirrados...

Apesar desta união de grão ter causado risotto na internet, muitos utilizadores começaram a desligar o gás dos casamentos já reaquecidos a carvão...

Esta notícia levou milhões de mulheres a saírem do balcão, para assumirem uma relação lésbica com as suas Bimbys e abandonarem os seus robots que só vão à cozinha para comer...

O arrozeiro confessou que decidiu casar-se com a máquina, por ela ser branca, calada e boa cozinheira! Todos os ingredientes necessários para um casamento basmati e machista de fazer capa de revista e contracapa nas redes sociais...

Como todo o arroz que passa do ponto, este casamento teve um ponto final apenas 4 dias depois da primeira refeição a cru. O marido exigiu o divórcio, alegando que a mulher só sabia cozinhar arroz. Não se mexia, nem para lhe estrelar um novo...

(fonte: https://www.ndtv.com/offbeat/indonesian-man-marries-rice-cooker-divorces-it-4-days-later-because-2560189)



Uma mulher descobriu que o seu ginecologista é o seu pai biológico e é lógico que não ficou de braços cruzados, nem voltou a descruzar as pernas...

Ao fim de 9 anos de consultas periódicas, ficou a saber que o ginecologista familiar é realmente da família...

Sabia de antemão que o Dr. Morris Wortman supervisionara a inseminação artificial pela qual nasceu, confirmando assim que deu uma mãozinha na sua conceção...

Enganara a sua mãe, informando-a que o esperma foi doado por um estudante de confiança.
Era como se fosse o seu braço direito...


Foram precisas várias tentativas para a sua mãe conseguir engravidar. Ela chegou a perguntar se o médico fazia tudo direito. Ele garantiu-lhe que sim, mas os avanços da medicina nos anos 80, ainda eram um tiro no escuro...

Até à descoberta, não tinha nada a apontar ao ginecologista!
Ao contrário dele, que chegava por vezes a apontar onde iria começar a trabalhar...

Começou a desconfiar que havia algo estranho, após o Doutor convidar a sua esposa para entrar no consultório e lhe questionar se achava a paciente parecida consigo. Ela disse-lhe que sim e perguntou-lhe se era mesmo necessário ter de responder a essa questão, sempre que alguém se sentava na escachadeira...

No decorrer da investigação e após os resultados do ADN, ficou também a saber que tem 6 meios irmãos. Todos com um trauma, esse sim, bem inteiro...


O doutor Estranho Ardor conhecia a paciente desde que ela era uma bela criança!
Assim que chegou à idade adulta, começou a ser acompanhada por ele que passou a conhecer mais profundamente a sua beleza interior... 

Na queixa-crime que apresentou ao saber da sua parentalidade, para além de má prática médica, alega que o pai há muito que se metia na sua vida...

(fonte da imagem: https://www.indy100.com/news/gynaecologists-examine-you-thinking-confessions-medicine-whisper-women-health-7965586)
(fonte da notícia: https://www.mirror.co.uk/news/us-news/woman-35-discovers-gynaecologist-70-25005379)

Uma mulher que participou num estudo científico com golfinhos, nos anos 60, admitiu ter chapinado com um deles, até ele parar de guinchar...

A revelação foi feita no documentário 'The Girl Who Talked to Dolphins', traduzido para português 'A Rapariga Que Acariciava o Golfinho'...

O objetivo do estudo era juntar humanos e golfinhos por longos períodos.
Claro que um período de 5 dias, já é o suficiente para um golfinho perceber que chega bem passar um fim de semana no Zoomarine...

O fim da experiência aconteceu após suspeitas de LSD ter sido dado aos golfinhos.
Talvez fosse a única forma destes mamíferos poderem coabitar connosco, num mundo colorido...

Um dos testes passava por ensinar inglês aos animais!
A única palavra que o golfinho aprendeu e não parou de repetir foi 'Yes, (oh) yes. YES!

A experiência foi um sucesso em esguicho e criaram-se conexões intensas!
O golfinho Peter também criou uma barbatana que ele nem sabia ter...

Margaret Howe Lovatt tinha apenas 20 anos, mas uma grande experiência em afagar golfinhos!
Segundo ela, o comportamento sexual foi só da parte dele. Ela somente se deixou levar e aguardar pelo movimento 'Me Too' para o condenar a uma banheira minúscula...

A descrição sobre os avanços do golfinho, menciona apenas que ele se esfregou nas suas mãos, pernas e joelhos. Infelizmente, não tenho formação em Biologia Marinha, senão ficaria a pensar que ele só lhe pedia de comer...

Quando foram separados, o Peter ficou com o coração partido, a barbatana flácida e suicidou-se!
O suicídio em golfinhos é bastante frequente e a sua causa ainda está por explicar.
Suspeita-se que os mamíferos revelam tendências depressivas, sempre que põem a cabeça fora de água e observam os humanos a mergulhar nas praias...

(fonte da imagem: https://www.ladbible.com/news/animals-woman-admits-sexual-experience-with-dolphin-as-part-of-nasa-study-20210918)